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Uso de máscara em locais abertos e fechados é facultativo em Porto Velho

Prefeitura orienta população a usar a proteção facial em locais de grande movimentação

15/03/2022 12h43
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Por: ETIENE GONÇALVES Fonte: SMC
Leandro Morais/Prefeitura de Porto Velho
Leandro Morais/Prefeitura de Porto Velho

Em coletiva de imprensa na segunda-feira (14), o prefeito em exercício de Porto Velho, Maurício Carvalho, declarou que o município torna facultativo o uso de máscaras em locais abertos e fechados.

O Executivo Municipal reitera os avanços alcançados no combate à pandemia através do Decreto 17.956, de 14 de março de 2022, publicado no Diário Oficial dos Municípios de Rondônia. A medida passa a valer a partir desta terça-feira (15).

“Vamos seguir o decreto, sendo facultativo o uso de máscara. Mas é preciso bom senso: se a população não tomar a vacina ou a dose de reforço, logo mais poderemos voltar a exigir o uso de máscara. Por isso, fica o nosso alerta”, disse Maurício Carvalho ao lembrar que o uso da proteção facial é uma escolha de cada um.

CONSCIENTIZAÇÃO 

O prefeito ressalta que é preciso a conscientização das pessoas em locais de aglomeração e risco de contaminação, a exemplo de hospitais, postos de saúde, salas de aula, no Centro de Convivência do Idoso e no transporte coletivo. “A máscara é uma proteção pessoal e precisamos proteger o outro também”, acrescenta.

Esse momento representa um progresso à população para o qual houve um trabalho conjunto das secretarias e órgãos de saúde com a mobilização na vacinação contra a covid-19.

“Vamos ter bom senso e nos conscientizar da necessidade de uso de máscaras por aqueles que estão doentes ou com sintomas gripais ou respiratórios, para que protejam a si mesmos e os outros. Nos locais de risco, mantenham a máscara”, lembra a secretária Municipal de Saúde, Eliana Pasini.

REFORÇO NA VACINAÇÃO

Cerca de 830 mil vacinas foram aplicadas em Porto Velho. No entanto, há um déficit no alcance da vacina de reforço (3ª dose) que atinge apenas 25% da população. 

Já a vacinação infantil se aproxima das 14 mil crianças alcançadas, das cerca de 50 mil que já podem ser imunizadas, de 5 a 11 anos. O número segue sendo considerado baixo pela Divisão de Imunização da Semusa, que pede aos pais e responsáveis que levem as crianças para receber a imunização.

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