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Casa de Acolhida Esperança é inaugurada em Porto Velho

Para o prefeito Hildon Chaves, o espaço é uma resposta frente ao fenômeno da imigração enfrentado hoje pela capital.

19/04/2022 14h20
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Por: ETIENE GONÇALVES Fonte: SMC
Wesley Pontes/Prefeitura de Porto Velho
Wesley Pontes/Prefeitura de Porto Velho

A Prefeitura de Porto Velho e a Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (ADRA) inauguraram na terça-feira (19) a Casa de Acolhida Esperança, localizada na rua Joaquim Nabuco, nº 1.981, Centro. O espaço atende ao Termo de Colaboração firmado entre a Prefeitura e a entidade em fevereiro deste ano.

O local tem capacidade para atender a 40 pessoas, imigrantes, principalmente oriundos da Venezuela. O atendimento é em tempo integral com a oferta de refeições, capacitação e inserção no mercado de trabalho àqueles que desejam permanecer na cidade.

Para o prefeito Hildon Chaves, o espaço é uma resposta frente ao fenômeno da imigração enfrentado hoje pela capital. “Para isso, buscamos apoio em duas instituições seríssimas e que realizam trabalho humanitário em diversos países do mundo, entre elas, a ADRA, que é um braço da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Vamos seguir acolhendo pessoas que aqui aportam em busca de Esperança”, afirmou o prefeito na inauguração.

Prefeito destacou importância do espaço no processo de acolhida e assistência

A Prefeitura de Porto Velho já fez o repasse no valor de R$ 800 mil à ADRA para atuar durante 12 meses. O prazo poderá ser prorrogado por igual período.

FORTALECIMENTO NO ATENDIMENTO

A missão assumida pela ADRA é um reforço às ações que já vinham sendo desempenhadas pela Secretaria Municipal de Assistência Social e da Família (Semasf). De acordo com o titular da pasta, Claudi Rocha, a abertura da portas representa ainda mais Esperança, agora, as duas instituições, a ADRA e também a Cáritas Arquidiocesana, reforçam o serviço de atendimento.  

“Todos os que buscam o atendimento na Casa Esperança precisam, primeiro, passar pelo Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), onde é feito um cadastro e, com vaga, é recepcionado na casa. Uma equipe multidisciplinar vai atuar junto aos acolhidos e o prazo de permanência, a depender da situação de cada um, deve ser de 60 dias”, explica Rocha.

DESAFIO ASSUMIDO

Já o diretor regional da ADRA, pastor João Paulo Dias de Carvalho, reitera o compromisso assumido e lembra de que as missões neste tipo de atendimento já ocorre em centenas de países atuando como executoras de Políticas Públicas junto ao Poder Público.

“Estamos muito felizes com essa parceria que fortalece um trabalho que já vinha sendo feito e, agora, será potencializado para este público: o migrante, que vive em situação de extrema vulnerabilidade. Isso vai render muitos frutos e, este trabalho com outros agentes vai robustecer e dar uma maior qualidade de vida e retorno mais eficaz a essas pessoas”, comenta Carvalho ao definir a missão como “um desafio muito grande”.

REGISTROS

O evento contou com a participação do secretário-adjunto da Secretaria Municipal de Assistência Social e da Família (Semasf), Álvaro Mendonça, do secretário de Obras, Diego Lage, do pastor Emerson Campanholo, presidente da Associação Norte (RO/AC) - da Igreja Adventista do Sétimo Dia, do pastor Fábio Sales, diretor da ADRA Brasil e de representantes da Cáritas Diocesana, entre outras autoridades e lideranças religiosas e representantes da sociedade civil organizada envolvidas na causa.

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